sábado, março 17, 2012

Borboletas






















Solta dos sentidos
a palavra
sob os dispersos sons emitidos

Pausa-te no verbo
reinventa-te
cresce-te no verde da estória

e

na incompletude da espera
pela rama emoldurada
desenha
coloridas borboletas
na comitente hora
em reticências

4 comentários:

Marta disse...

A palavra solta encontra-se e cresce como uma hera...
E quando voam as borboletas...está-se em paz...
Bom ler novamente a tua poesia...
Beijos e abraços
Marta

Menina Marota disse...

Que bom estares de volta. Fico tão feliz por te ler.
Beijinhos e boa semana

Pedro Du Bois disse...

Bela construção. Grato pela sua companhia. Abraços, Pedro.

tecas disse...

Se bem te conheço e bem entendi o poema, querida amiga Amita, voltas em força com a tua poesia. Metáforas perfeitas nestas tuas « Borboletas».
Belo, belíssimo. De ti não é de se esperar outra coisa.:) Beijinhos amigos e uma flor.