
tantas vezes não sabendo…
se rio, paragem, se brisa,
incompletude de momentos
na orla abstracta da vida
Da lua, voo em trilhos, ramais,
sob utópico brilho de cores
e danço reticências de ais
isolando profundos clamores
Assim a Natureza me criou
na tecedura leve das palavras
que me dizem: Vai! E não vou…
se o longe-perto aqui me clama
Se canto, se letras desfio,
nas águas do espaço correm doces
abraços e beijos, que envio
aos ternos amigos, meus amores
(escultura de Jean Pierre Augier)
8 comentários:
Um bonito poema com uma escultura bem escolhida. Beijos.
Querida Amita...
Lindo saber de ti e ler o lindo que escreves... ja estavas a fazer falta, muita falta!
Deixo-te beijos, flores e muitos sorrisos... sempre!
Ser quem é, quem se sente....verdadeiramente....
Quem canta lá dentro....
Lindo como sempre, Amita
Beijos e abraços
Marta
Continuas fabulosa a escrever..
Beijitos, A...
Querida Amita,
Já tinha saudades de te ler, por isso vim visitar-te.
Quero adquirir o teu livro, diz como fazer para isso. Manda o NIB, eu deposito e depois manda por correio, por favor.
beijinhos
Com dificuldades em escrever a todas agradeço o vosso carinho.
Deixo-vos algumas palavras que coloquei no blogue do Peter:
Vagueio
pelo silêncio dos dedos
escuros, negros
do tacto minimizados
e das letras a dança
pelo vácuo se espalha
até que melhor hora se faça.
Um bjinho e uma flor
Paula e Júlia: assim que a minha mão direita me permitir, entrarei em contacto via e-mail.
A Natureza foi sábia e farta em sua criação.
Amita, parabéns, pelo belo poema!
Mirse
Faz um tempo, creio, que por aqui não passava.
O seu blog continua variado e interessante.
Bjs
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