quarta-feira, junho 01, 2005

Em voo silente

Há uma canção que passa
por mim na brisa silente
e que me enlaça
ternamente

É um canto um abrigo doce
que percorro e discorro
Uma luz terna, amena
perene
que abraço

Uma ternura presente
que se sente e pressente
em cada passo
É um laço colorido
um abrigo
se em águas esbatido
ultrapasso

E sorrio com doçura
à luz que me perdura
que louvo agradeço
e não esqueço
a infinita ternura.

5 comentários:

Anónimo disse...

Como etrno amantes das Artes não poderia deixar de elogiar este tipo de poesia, si dôce, si terna, si pura. É a verdadeira poesia "desnudada", natural, apetecivel.
Parabéns por dar a conhecer aos que gostam e não sabem fazer mas que apreciam quando a sabem interpretar.

Pena da Rosa.

Carmem L Vilanova disse...

Linda Amita, estive uns dias afastada, aproveitando um feriado por aqui, coisa que nao acontece todo dia, mas já estou de volta e, com saudades...
Muitos beijinhos e muitos sorrisos para ti!

Menina_marota disse...

"E sorrio com doçura
à luz que me perdura
que louvo agradeço
e não esqueço
a infinita ternura."

Lindo!! Fiquei completamente derretida com este poema!! Está verdadeiramente lindo!

Um abraço terno :-)

Fernando B. disse...

É tão bom voar
Ao sabor do teu sorriso
Estreitar-te nos braços
Sonhar
Em busca do Paraíso

Estrela do mar disse...

...amita...eu não sei já o que te dizer...só sei que é dos sítios que visito...e que sinto poesia daquela que me agrada muito...e para quem não gostava nada...adoro vir aqui ler-te...acredita...

Tem uma boa noite @miguinha.
Um beijito*.