quinta-feira, novembro 25, 2004

Curtas

Acordei
Me levantei
Entre palmeirais
E areais
Na foz
Ouvindo a voz
Do meu rio
Sorrio
Percorro
Não corro
Sonhares
E mares
D’acalmia
Não devia
Turbulência
Demência
Realidade
Boa vontade
Ficção
Talvez não
Questiono
E retorno
À esperança
Na lembrança
De um dia
Quem diria…

3 comentários:

Manoel Carlos disse...

Remansos e pororocas fazem parte do inexorável caminho para o mar. Que seja um mar de felicidade.

frog disse...

Sim! Quem diria!...

Beijo grande

JPD disse...

poema prático!
bjs